Se tem uma
característica que os músicos do estilo gostam de exaltar, ela se chama união.
Sendo muitas vezes criminalizado pela sociedade, que vê o gênero como um
disseminador de um submundo que a própria população insiste em deixar
escondido, o rap, a cada dia que
passa, vem se renovando, na energia daqueles que se juntam para fazer o famoso
repente.
Pedro Henrique, o "Mikimba"
Como já dizia
rapper paulista "Criolo", que se consagrou na última edição do Prêmio da Música Brasileira 2012, sendo
vencedor de três categorias, incluindo o de melhor cantor, "Cantar rap
nunca foi pra homem fraco". Esta é uma verdade que o cenário musical
insiste em manter como realidade. Se o Criolo venceu em um dos maiores prêmios
da música brasileira, a mesma sorte não chega a uma outra parte. Não vamos
compreende-los como coitados, mas sim como talentos que ainda não foram
descobertos.
Roda de rimas acontece toda segunda-feira na Praça da Cantareira, em Niterói
Não sendo um
estilo que faça parte de trilha sonora de novelas, o rap sobrevive pela paixão
daqueles que vêem no estilo uma maneira de ter voz, fazendo com que assuntos
muitas vezes ignorados pelo povo sejam debatidos. Como um som que vem da rua,
ele leva como característica abordar temas centrais da sociedade, na maioria
das vezes com um olhar crítico. O cantor de rap não é somente um músico, mas
sim uma tentativa de ser herói, tentando ajustar tudo aquilo que está errado.
Se as
oportunidades no cenário musical não são grandes, que se faça pelas mãos
daqueles que mantém o estilo vivo. É com este objetivo que acontece, toda
segunda feira, na Praça da Cantareira, em Niterói, a "Roda de Rima".
Estando instalada em um dos locais mais conhecidos da cultura niteroiense, a
Cantareira, palco de diversas manifestações artísticas no decorrer dos anos, é
um ponto que une as mais diversas tribos que juntas mantém o ar alternativo do
local. Cercada por bares e casas onde acontecem festas de rock, eletrônico,
rap, samba e todos os outros estilos musicais e culturais, a localidade recebe
a Roda, juntando todo início de semana artistas que pretendem, juntos, consolidar
seus trabalhos.
Expressões culturais como malabares também fazem parte da roda
O rapper Pedro Henrique Oliveira Leal, conhecido como"Mikimba",
organizador da roda, não gosta de se ver como tal. Para ele, seu trabalho é
levar através de sua experiência o projeto para frente, visando oferecer aos
artistas locais um espaço para expor suas ideias, seus trabalhos e músicas. Ele,
que teve como companheira de sua vida a mudança, carrega em seus 20 anos de
idade a experiência de ter vivido dos 3 aos 10 anos nos Estados Unidos,
resultado do trabalho de seu pai. Nascido no dia 26 de julho do ano de 1992, na cidade do Rio de
Janeiro, agora, ele diz que pretende morar em Niterói até os seus cabelos
brancos.
"Comecei escrevendo poesias por volta dos 13
anos para descarregar tudo aquilo que me incomodava, como a maioria dos MC’s,
imagino. Desde pequeno ouvindo mais rap do que qualquer coisa, terminei,
naturalmente, indo para este lado. Freestyle, letras, mensagens em cima de
batidas, resumindo: ReP (Ritmo & Poesia), onde vi que a minha voz tinha
mais força e onde encontrei quem quisesse ouvir o que tenho a dizer.
Também encontrei muitos aliados que estavam na mesma
luta. Fui convidado para participar do grupo de rap Rua22, onde comecei a levar
minha arte mais a sério, idealizando-a como uma possível profissão. Por alguns
motivos, terminei saindo e seguindo uma carreira solo. Foi nesse meio tempo que
me juntei a ao grande músico e querido amigo, Rafael Lira, com quem onde
mesclávamos minha essência rap com a musicalidade dele. Foi daí que surgiu o
"Relevância", projeto que estou levando adiante com o Rafael, em
paralelo com outros que estão concretizando aos poucos."
Quadro feito por Ian Medella
Mas é neste
cenário de exclusão, que muitos estão inseridos, que os artistas buscam força e
inspiração para compor suas letras, inserindo suas experiências nas
composições, que são apresentadas nos improvisos que acontecem enquanto alguns
cigarros são queimados e algumas cervejas degustadas. A importância deste
espaço para todos ali se reflete em um sorriso após uma melodia bem feita. É
neste local a céu aberto, com as benções da lua que as palavras e batidas se
soltam, propagando-se pelo ar. A importância dos encontros é explicado por Mikimba.
"Realizo a roda por um único motivo:
levantar a cultura, principalmente a de rua, independente e sem nenhum tipo de
apoio do governo ou órgão semelhante. A cultura de rua para mim é uma das mais
fortes na sociedade em que vivemos, pois envolve pessoas que realmente sofrem
diretamente as consequências e inconsequências dos “poderosos” do nosso governo."
Apesar de ser uma
novidade que atrai os olhares dos curiosos que passam pela praça da Cantareira,
o projeto, em si, já existe há algum tempo. Acontecendo em São Francisco e
organizada por Nissin, integrante do grupo "Oriente", a roda foi
morrendo aos poucos e, após agonizar por um tempo, acabou por encerrar as
atividades, calando as vozes que ali se levantavam. As dificuldades enfrentadas
passam também pelo frágil cenário musical niteroiense. Apesar de conhecidos
músicos terem saído da cidade (um exemplo dentro do próprio rap é Black Alien,
músico integrante da banda Planet Hemp, uma das mais importantes da década de
90 e que tinha também como integrante Marcelo D2), os músicos enfrentam
dificuldades e muito acabam por encurtar suas carreiras.
"Nós últimos tempos, Niterói se encontra numa
carência desses movimentos e organizações culturais onde as pessoas podem vir e
participar da forma que quiserem, desde que seja para somar. Devido a essa
necessidade cultural, Nissin veio com a ótima ideia de começar uma nova roda.
Mas agora localizada na Praça da Cantareira, local de extremo potencial
cultural. Abracei a ideia de primeira. Como o Nissin, acredito que por falta de
tempo devido ao seu sucesso no grupo, não poderia mais organizar a roda, eu,
inconscientemente, terminei ficando responsável por este cargo de organização e
divulgação", explica Mikimba, que vem tentando criar um espaço para
novos músicos se destacarem sem precisar migrar para outros locais
Quadros sendo feitos durante a realização da roda
"Niterói sempre teve excelentes músicos, mas se destacar aqui é difícil. São poucas as condições, casas de shows e eventos culturais que abrem espaço
para bandas independentes.Tanto é que tem sido uma tatica sair de
Niterói pra fazer o nome no Rio de Janeiro, ou em estados que tem uma cena
cultural mais ampla, como no sul ou São Paulo para depois voltar com o nome fortificado. É assim que a galera de Niterói
tem 'voltado' reconhecida", explica, lembrando de nomes da cidade que marcaram o cenário
cultural nacional. "Niterói é terra de
grandes artistas na cena do rap, assim como o Gustavo Ribeiro (Black Alien),
Ramon Moreno (De Leve), Cláudio Márcio (SpeedFreaks), e Rodrigo Vieira
(Marechal) , fortes representantes do rap carioca. Atualmente o nome mais marcante é o Oriente, que traz junto aos seus trabalhos
a galera da SSM, que engloba o Caixa Baixa e o Sem Miséria."
Na cabeça de quem
está presente, somando força com os presentes, um artista que não trabalha com
as batidas e rimas, Ian Medella, um dos apoiadores da roda, expõe seus quadros
no cenário da roda. Além disso, o evento tem a sua cara. Ele é o responsável
pelo quadro que, atualmente, é a arte ilustrativa da divulgação do evento.
Em um mar de
cultura, mistura e batidas, a roda vai acontecendo, com suas vozes que ali
tomam forma, com os rostos que ali se inserem e tomam identidade. Na essência
do rap, que vê na união a força para quebrar barreiras, mais uma foi quebrada e
o céu é testemunha do grupo de jovens que vêem na arte um escape para o mundo
que insiste em excluí-los. Tudo isto com visão de futuro, com objetivo de firmar
a roda como um local democrático e de voz para todos. " A idéia é
oficializar a roda, conseguindo a autorização e o apoio do governo para a
montagem de uma estrutura que suporte um grande evento, assim podendo organizar
uma Roda de Rima mais apresentavel e receptiva para quem é de fora da cena,
proporcionando o conforto e a
Hoje em dia, nem beber uma cervejinha com os amigos de faculdade é fácil.
Beber um cervejinha? É clarooooooooo...mas só depois da aula. O professor está de olho.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Que o povo brasileiro não vive sem música não é novidade nenhuma, não é? Sabendo desta paixão, anualmente acontecem grandes premiações musicais que movimentam o cenário musical no Brasil.
Os principais deles são feitos por dois dos canais de música mais populares do país. O VMB, realizado pela MTV e o Prêmio Multishow, que é realizado pela Multishow.
O VMB nos últimos anos tem aberto mais o leque de categorias. Além dos prêmios distribuídos aos destaques da música, há espaço também aqueles vindos da internet, como a categoria Webstar, que no ano de 2010 sagrou como vencedor Felipe Neto, que ganhou notoriedade publicando vídeos na internet.
Na premiação da Multishow não é tão diferente. Na categoria TVzé -que premia vídeos enviados por telespectadores-, Tiago Cardoso saiu vitorioso por sua interpretação do hit "As Máscaras", de Claudia Leitte.
Independente das novas categorias que surgem, as premiações mais importantes continuam sendo aquelas que apontam os melhores músicos do ano. No Prêmio Multishow, quem levou a melhor foi a banda Cine, que levou o prêmio mais importante da noite, o de Melhor Grupo. Já na MTV, quem levou o prêmio principal da noite foi a banda Restart, que foi consagrada na categoria Artísta do Ano, mesmo sob protestos.
Restart recebendo o prêmio de Artísta do Ano no VMB debaixo de vaias
Cine ganha prêmio de Melhor Grupo na premiação da Multishow
E a corrida para a premiação deste ano já começou. O Prêmio Multishow já abriu as votações para os artístas em 2011. Quem quiser já pode votar no seu artista preferido.
O São Paulo Fashion Week é o maior evento de moda do Brasil. Nele são apresentadas as tendências que tomarão conta das ruas. São duas edições por ano: uma em janeiro - apresentando a moda inverno-, e outra em julho -onde são apresentadas as peças para o verão.
Além de empresas de renome, o Fashion Week sempre tem espaços para aqueles que buscam visibilidade para lançar seus produtos. Prova disto foi a coleção de verão apresentada entre maio e junho de 2010. Nesta edição do SPFW, a empresa La Estampa - que até o momento era fornecedora de material para confecções-, apresentou sua primeira campanha de moda. Produzida no arquipélago de Fernando de Noronha em abril do mesmo ano, o catálogo clicado por Jacques Dekequer conta com a presença da top Caroline Ribeiro e com grandes nomes da moda. Os espaços do São Paulo Fashion Week sempre mostraram-se democráticos, misturando a nomes tradicionais e novos rostos que querem se lançar no mundo da moda.
Tanto para aqueles que procuram as novas tendências, como aqueles que às querem lançar, o São Paulo Fashion Week é o lugar certo. Durante seu acontecimento, grandes nomes juntam-se aos desconhecidos na busca de um ponto em comum: fazer moda.
HISTÓRIA DO FASHION WEEK:
O SPFW começou a ser realizado no ano de 1996, quando o evento era conhecido como Morumbi Fashion Brasil. O evento ganhou o nome atual em janeiro de 2001, em sua décima edição. Mas foi em 1995 que o Morumbi Fashion sacudiu o mundo da moda brasileira. No início, eram quatro desfiles por dia com público de 300 pessoas. Nesse período começaram surgir as supermodelos brasileiras como Gisele Bundchen e Isabeli Fontana. Hoje o evento acontece duas vezes por ano, uma em janeiro, apresentando a coleção de inverno e outra em julho, com a coleção de verão. Nesses dez anos, os investimentos cresceram de 600 mil reais em sua primeira edição, para mais de cinco milhões de reais por edição. Aumentou o numero de estilistas de 21 para 46 participantes e seu público também cresceu, agora são mais de setecentos mil pessoas que visitam o evento contra cem mil em 96.
O cuidado com a saúde é cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. A expectativa de vida em todo mundo tem aumentado, mostra de que cada vez mais, as pessoas têm se cuidado e se preocupado com uma qualidade de vida melhor.
Um importante aliado do bem-estar da saúde das pessoas são as pesquisas com células-tronco. Colocada no meio de uma discussão que não envolve somente dados científicos, os procedimentos feitos com células-tronco enfrentam ainda uma grande resistência dos religiosos. Independente deste quadro polêmico, o que não se pode negar é o progresso conseguido com o avanço dos estudos feitos com células-tronco.
Em comparação com os tratamentos convencionais, os feitos com células-tronco mostram resultados muito mais eficázes em um espaço de tempo menor. As células-tronco adultas têm a capacidade de se diferenciar de forma controlada em diferentes tipos celulares como osso, músculo, vaso sanguíneo, cartilagem, fibroblastos e tecido, promovendo reparo e regeneração da área na qual é aplicada.
Somente para demonstrar o avanço que é o estudo com as células-tronco, cerca de 100 mil procedimentos já foram realizados e publicados e apresentados pela Literatura Científica, sem nenhum evento adverso grave relatado.
O procedimento para a obtenção das células-tronco para tratamentos é simples. É possível coletar células-tronco adultas através de biópsias de pele ou de aspirado subcutâneo (gordura). Uma grande oportunidade é obtê-las a partir do tecido excedente de cirurgias plásticas ou convencionais, o chamado TEC. A coleta do material deve ser feita por um médico, em acordo prévio com seu paciente.
Gráfico de como podem ser obtidas as células-tronco.
Pra você que está sempre à procura de uma boa, neste sábado vai ter o Bloco do Vigário na Praça da Cantareira em Niterói. A concentração começa às 13 horas.
A música que embalará o desfile de bloco é a FORÇA DO RITMO. Clique AQUI e escute/baixe a música.
Vamos entrando no clima do carnaval, pois ele tá chegando!
É, o Rio de Janeiro caiu como uma luva para o craque Ronaldinho Gaúcho. Após sua volta ao Brasil para jogar no Flamengo, o jogador tem aproveitado o que o Rio tem de melhor. Já está na cara que Ronaldinho já se sente carioca, tanto que lançará no carnaval de 2011 o seu próprio bloco.
Nomeado de SAMBA, AMOR E PAIXÃO -uma alusão ao grito da torcida do Flamengo Raça, amor e paixão-, o bloco sairá na segunda-feira de carnaval no posto 5 da Barra da Tijuca às 15h.
Muita praia, festa, mulheres e futebol...como não se sentir bem neste lugar, né Ronaldinho Gaúcho Carioca?
A cidade do Rio de Janeiro continua sendo o principal destino de turistas durante a época do carnaval.
A Cidade Maravilhosa continua sendo o principal destino de turistas brasileiros na época do carnaval, que acontece entre os dias 5 e 8 de março. É o que aponta recente levantamento feito pelo principal buscador de viagens da América Latina, o Mundi. Segundo o site, o Rio de Janeiro se mantém líder no número de buscas para o carnaval pelo terceiro ano seguido.
No levantamento, o ranking das cidades mais procuradas para o carnaval tem o Rio de Janeiro em primeiro lugar, seguido de Salvador e Recife (a lista completa você pode ver clicando AQUI).
Para o carnaval de 2011, a média de preço da diária na cidade maravilhosa ficou em R$256. Isto representa uma queda de R$170 em comparação ao ano de 2010, que tinha a média de R$426. Uma boa notícia para o bolso dos foliões que buscam o melhor carnaval do mundo.
Esta queda nos preços se reflete na taxa de ocupação dos hotéis do Rio de Janeiro para o carnaval deste ano. Em uma recente pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), a projeção de ocupação de hotéis 87,56% para a época de carnaval na Cidade Maravilhosa.
Em entrevista ao Jornal do Brasil, o presidente da associação Alfredo Lopes de Souza Júnior disse que um fato que se tem notado é alta na procura da cidade por turistas estrangeiros no carnaval carioca. "Nós estamos observando um aumento do turista internacional, que fez reservas antecipadas. Isto é mercado internacional. É o turista que gasta mais, passeia pelo estado e também vai divulgando internacionalmente o Rio", disse Alfredo.
Banda de Brasília comanda o último fim de semana de shows na Urca no verão 2011 junto com Léo Jaime.
A temporada de shows no verão 2011 do Morro da Urca se encerrará neste próximo fim de semana. Nos seus dois últimos dias, o evento terá a banda Capital Inicial ao vivo na sexta-feira e o cantor Léo Jaime, que fará sua apresentação no sábado.
Durante o verão de 2011, passaram pelo Morro da Urca artistas como Cesar Menotti & Fabiano, Maria Gadú, Jorge Benjor e Monique Kessous. Além do palco principal, outros dois ambientes completaram as atrações do evento. Os espaços Baia de Guanabara, que teve sua programação voltada ao choro com rodas de músicos do gênero e o espaço Discos, com os DJs João Brasil, Nepal e o grupo AfroRio completaram os ambientes do evento.
O Morro da Urca sempre foi um dos principais pontos turísticos do Brasil e desde 1912 faz parte do cenário cultural da cidade do Rio de Janeiro. Os eventos sempre fizeram parte de sua história nos últimos anos tem recebido o projeto Verão Do Morro, leva para o alto do morro grandes nomes da música em um dos cartões-postais mais belos da cidade. Além da programação de shows, o Morro da Urca inovou este ano ao escalar festas badaladas para o cartão postal da cidade, levando muita gente animada que busca diversão.
Para quem se interessou em ir ao evento a má notícia: todos os ingressos já estão esgotados há semanas.
SERVIÇO VERÃO NO MORRO 2011
Local: Morro da Urca - Av. Pasteur nº 520, Urca Informações: (21) 2546-8450 Não recomendado para menores de 18 anos Capacidade: 2.000 pessoas Estacionamento gratuito até o limite de vagas – UniRio Site oficial: www.veraodomorro.com.br
PROGRAMAÇÃO
Dia 25 – Sexta-feira Palco EBG Skol Instrumental - Escola Portátil de Música (Choro) Palco Anfiteatro Redecard e Visa: Show do Capital Inicial Pista Discos Rider: DJ João Brasil
Dia 26 – Sábado Palco EBG Skol Instrumental - Escola Portátil de Música (Choro) Palco Anfiteatro Redecard e Visa: Leo Jaime + Festa Americana Pista Discos Rider: Grupo AfroRio
É rapaz, pra quem diz que só aluno de faculdade pública se mobiliza para protestar por um ensino melhor, os acadêmicos da Universidade Plinio Leite mostraram que não é bem assim. O descontentamento com a nova forma de organizar a faculdade, vinda com a compra da Sociedade Educacional Plinio Leite pela Anhanguera Educacional fez com que os alunos abandonassem suas salas durante o horário de aula para protestar. As mudanças para o ano de 2011 vão desde as médias (que abaixaram) até à cobrança de avaliações que anteriormente eram grátis.
A Plinio Leite foi vendida para a Anhanguera em dezembro de 2010 por quase R$60 milhões de reais, além de assumir uma dívida de R$11 ,658 milhões. Esta é a primeira unidade da instituição no Rio de Janeiro.